segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Fotos: Pai e filho 3
































Conto: Corpos ardentes na baixada fluminense


  Sou viúvo e vivo com meus dois filhos adolescentes em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, local excessivamente quente e no qual as pessoas usam pouca roupa devido ao calor constante, mesmo no meio do ano. Aqui, ar condicionado não é luxo, mas necessidade. Gosto de dormir nu, com o ar condicionado ligado me refrescando durante toda a noite, caso contrário, não consigo dormir bem.Aconteceu na semana passada de o aparelho de ar condicionado do quarto de meus filhos quebrar. Como trabalho o dia todo, pedi a eles que chamassem um técnico para resolver o problema. Próprio de adolescente, meus filhos foram deixando para depois a chamado do técnico e eu, irritado com a falta de iniciativa deles, disse que o aparelho ficaria com defeito até que eles tomassem a providência, já que estudam de manhã e têm toda a tarde livre para resolver o problema que atinge a eles diretamente.Ontem foi um dia em que a temperatura passou dos 40oC. Calor insuportável de fazer mal a qualquer um. Cheguei em casa e logo perguntei pelo técnico. Meu filho mais velho disse que havia telefonado e que o técnico só poderia vir no dia seguinte. Tomei uma ducha fria, jantamos e ficamos conversando e vendo televisão até a hora de deitarmos. Eu já estava dormindo, quando meu filho mais novo entrou no meu quarto e pediu-me que o deixasse dormir ali, pois não estava agüentando o calor. Disse-lhe que se tivessem chamado o técnico no dia em que mandei, não estaria passando por aquilo... mas acabei cedendo e ele deitou-se ao meu lado. Novamente adormeci. Acordei com o corpo do meu filho encostado no meu. Sua bunda lisinha, firme e redondinha tocando suavemente meu pênis. Nunca senti nenhuma atração física pelos meus filhos, embora os ache lindos. Não seu explicar o que aconteceu comigo. Só senti que, àquele leve toque, meu pau endureceu. Forcei discretamente meu pau em direção à bunda do meu filho e senti que ele respondeu ao meu gesto forçando sua bundinha em direção ao meu pau. Minha rola endureceu mais ainda, parecendo uma tora, à medida que o meu movimento de vai e vem era correspondido por ele. O tesão daquele toque anestesiou minha mente em relação a qualquer pudor que pudesse ter por estar-me esfregando em meu próprio filho. E o fato de ele corresponder me excitava ainda mais. Em determinado momento, meu filho colocou sua mão para trás, pegou minha mão e a puxou em direção a seu peito, obrigando-me a abraçá-lo. Agora meu pau apertava-se contra a sua bunda não mais suavemente, mas com força e desejo. Meus lábios e minha língua passaram a procurar sua orelha e seu pescoço, fazendo-o gemer de tesão.Meu filho foi-se posicionando na cama de forma que acabou debaixo de meu corpo, totalmente submisso a mim. Abriu bem a bunda, fazendo com que a cabeça do meu pau, já melada pela baba que dela saía, entrasse fácil em seu cuzinho. Que delícia um cuzinho liso e apertadinho contraindo-se em volta da cabeça da nossa rola! Nesse momento, apesar de todo o tesão que estava sentindo, ainda consegui dizer a meu filho, arfante: “Não é melhor a gente parar antes que a gente se arrependa de algo?!” Ele, também arfando, respondeu-me: “Não, pai, eu quero que você me coma agora!”. Ele não precisou dizer mais nada. Na mesma hora levantou a bunda, abrindo mais seu cuzinho e eu forcei meu pau, fazendo-o entrar de uma vez só. Meu filho gemeu e rebolou, como nenhuma mulher havia feito. Seu gemido me alucinava. Acendi a luz do abajur ao lado da cama e, apoiando-me nas mãos e erguendo um pouco o meu corpo sobre o dele, pude ver meu pau entrando e saindo do cu do meu filho. Que cena! Que tesão! Que prazer! Fui metendo e tirando minha rola do seu cuzinho, cada vez com maior velocidade e força. Ele, por sua vez, rebolava e gemia, pedindo-me que lhe fodesse mais e mais. Quando ele quase gritou de tesão que estava gozando, não agüentei mais e jorrei minha porra dentro dele. Não sei quanto gozei, mas sentia que não parava mais de sair porra do meu pau. Contei sete jatos fortes de porra saindo de mim e invadindo o cu do meu filho, que a cada jato ficava ainda mais lubrificado. Deitei-me primeiro sobre seu corpinho liso juvenil e, depois de recuperar a respiração normal, quedei-me a seu lado. Virei-me de lado, de forma que sua bundinha novamente ficasse em contato com meu pau, apaguei a luz, abracei-o, beijei-lhe o rosto e, assim, dormimos.Acordei logo cedo com uma deliciosa sensação que não soube bem definir o que era, pois nunca havia acontecido antes. Após alguns instantes, a consciência me fez perceber que meu pau estava sendo chupado. Ergui minha cabeça e, para minha surpresa, meu filho mais velho e o meu filho mais novo estavam, ambos, chupando minha rola. Só consegui dizer: “Mas o que vocês estão fazendo?!” Meu filho mais velho tirou meu pau da boca e disse: “Ontem à noite ouvi vocês dois transando e fiquei louco de tesão. Bati várias punhetas. Agora de manhã, o N. (nome do meu filho mais novo, que vou deixar em segredo para não corrermos o risco de sermos identificados) me acordou e contou o que vocês fizeram. E eu quis também”. E abocanhou minha rola em seguida, me chupando como nenhuma mulher na minha vida me havia chupado.Meu filho mais novo ficou de quatro na cama e me pediu para fodê-lo de novo. Meu filho mas velho parou de me chupar e passou a lamber o cu do irmão, dizendo que o estava preparando para mim. Ajoelhei-me na cama, posicionei meu caralho duríssimo na abertura do cuzinho do garoto e meti com tudo, fazendo-o, como na noite anterior, gemer de tesão. O viadinho rebolava ainda mais, agora com o corpo não mais preso sob o meu, mas livre à minha frente. Meu filho mais velho foi na frente do mais novo e deu-lhe a rola bem desenvolvida e dura para o irmão chupar.Várias vezes quase gozei, mas segurei ao máximo a fim de prolongar aquele momento único de intimidade entre um pai e seus dois filhos. Meu filho mais velho, saiu da frente do irmão e veio atrás de mim. Senti sua língua procurar meu cu. Nunca antes havia dado o cu ou sentido prazer através dele. Mas adorei a boca quentinha do garoto e sua língua entrando no meu cu. Também comecei a rebolar. Meu filho ajoelhou-se atrás de mim e encaixou a rola no meu cu. Tirei as minhas mãos da cintura do meu filho mais novo, que ainda estava sendo fodido por mim, e coloquei-as na minha bunda de forma a abri-la bem. Meu filho aproveitou o momento e começou a meter seu pau em mim. Doeu um pouco, mas relaxei e deixei que entrasse tudo. Que tesão! Nunca na vida pude imaginar que dar o cu fosse tão bom. Ficamos naquele trenzinho de foda algum tempo, até que senti meu filho mais velho gozar dentro de mim. A sensação de seu pau juvenil gozando dentro do meu cu e lubrificando-o ainda mais fez com que eu gozasse dentro do meu filho mais novo, que assim que eu parei de ejacular, tirou meu pau do seu cu, levantou-se e, de pé na minha frente, com seu pau duro na mão, meteu-o na minha boca, obrigando-me a chupá-lo. Nova experiência deliciosa... sentir uma rola na boca. Não demorou muito e ele gozou na minha boca. Bebi seu leite salgadinho e quente e adorei.Após recompormos nossas respirações, fomos juntos para o chuveiro, nos lavar. Meu filho mais velho abraçou a mim e a seu irmão e, primeiro me beijou na boca e depois ao seu irmão, fazendo-nos beijar um ao outro. Aqueles beijos foram se intensificando e nossos paus endureceram, o que rendeu uma maravilhosa seção de chupação mútua e porras na boca e na cara.Cheguei extremamente tarde no serviço e meus filhos acabaram faltando à aula. Meu pau ficou duro quase todo o dia, recordando esses acontecimentos e ansiando que termine logo o dia a fim de voltar para casa e reencontrar meus dois deliciosos filhos.

Fotos: Pai e filho 2











Conto: Pai e filho na quitinete


  Após 17 anos de casamento e um filho, minha esposa me deixou. Sempre foi uma mulher ausente na casa, no nosso casamento e na educação do nosso filho Tiago. Sua preocupação maior sempre foi a carreira e os compromissos com amigos do trabalho. Devido ao meu amor e ao nosso filho, sustentei nossa relação todos esses anos. Nos dois últimos anos, a relação dela comigo e com o filho foi-se tornando cada vez mais insustentável. Há alguns meses, ela nos comunicou que se separaria de nós e que viveria com o dono da empresa na qual trabalha, pois isso seria muito bom para a sua carreira. No entanto, exigiu que nosso apartamento fosse vendido e dividido em duas partes, pos ela tinha planos para o dinheiro que receberia. E determinou que o Tiago viveria comigo, pois não tinha como levar um filho adolescente para viver com seu novo marido. Apesar do choque, até meu filho achou que a separação era a melhor solução, uma vez que confirmava o que não gostávamos de aceitar, ou seja, que nós dois não tínhamos importância para ela.
A maior surpresa foi quando, no dia seguinte, o gerente de uma imobiliária me ligou dizendo que precisava de meus documentos pessoais, pois a venda do apartamento estava certa. Por instantes, fiquei mudo, surpreso, pois minha mulher já havia planejado tudo antes de nos comunicar sua decisão. O gerente da imobiliária ainda disse que sabia que eu e meu filho precisaríamos de um novo apartamento e ofereceu-me algumas opções. No entanto, por não ter dinheiro guardado, a única quantia de que eu dispunha era justamente a minha parte na venda do apartamento. Ele então me ofereceu uma quitinete muito bem localizada próxima à Av. Paulista e à Consolação, em São Paulo, próximo a tudo de que precisaríamos. Como a venda do apartamento estava decidida e precisássemos mudar logo e arranjar outro lugar, sem muito pensar aceitei a proposta do gerente e marquei naquela mesma tarde de levar-lhe as xérox dos meus documentos e ir ver a quitinete. 
Realmente a quitinete fica numa excelente localização, privilegiada mesmo! Embora muito pequena, era o suficiente para meu filho e eu recomeçarmos nossas vidas até arranjarmos algo melhor, com mais privacidade pra ambos, uma vez que meu filho sempre teve seu próprio quarto, com espaço para todas as suas coisas. A quitinete é muito pequena e, para nossa tranqüilidade, estava mobiliada de forma a maximizar o pequeno espaço. À entrada, à esquerda, um grande guarda-roupa com dois corpos, um de cada lado da cama de casal, acima da qual portas de armários aproveitava bem o vão. Logo em seguida, no centro da outra metade da quitinete, uma mesa com quatro cadeiras. Por toda a extensão da quitinete, próximo ao teto, armários e prateleiras aproveitavam cada espaço. No chão, encostados às paredes livres, mais armários. Tudo muito bem planejado, perfeito para nossos livros, cds, dvds e tantos outros objetos de decoração, porta-retratos e lembranças de viagens. E ainda, entre os armários do chão e do alto das paredes, havia vãos para alguns quadros. Ao fundo, à esquerda, algo que poderia ser chamado de cozinha, aberta, pequena e funcional, com uma pequena parede separando o fogão com coifa da máquina de lavar encimada por uma secadora de roupas; à direita, um minúsculo banheiro com pai, privada, armário para produtos de limpeza e um pequeno box de vidro transparente. O banheiro, apesar de não ser aberto como a cozinha, não tinha porta, pois não tinha como abrir uma nem para dentro nem para fora, devido ao pequeno espaço. Foi o único ponto negativo que vi no planejamento da quitinete, habitada anteriormente por um homem solteiro e que não viu necessidade da porta no banheiro. O negócio foi fechado no dia seguinte e no final de semana meu filho Tiago e eu já estávamos morando lá, tendo, no entanto, de nos desfazer de muitas coisas que não cabiam na quitinete.
Quando levei meu filho para ver nosso novo lar, foi visível sua decepção. Sair de um bom e espaçoso apartamento para aquele “apertamento”, como ele disse. Viu problema em tudo: não teria uma cama só para ele, tendo de dormir na mesma cama comigo; sua parte do guarda-roupa era insuficente para suas roupas; a cozinha mal dava para se movimentar; o banheiro sem porta e sem privacidade... chegou a xingar a mãe e começou a chorar. Abracei meu filho e disse-lhe que aquilo era provisório... assim que fosse possível, nos mudaríamos para uma apartamento maior, onde ele teria muito espaço para si. Falei-lhe também que para mim não estava sendo fácil, mas que não havia melhor solução no momento do que essa. Ele parou de chorar e começamos a arrumar nossas coisas trazidas para nosso novo lar.
O começo foi difícil e procuramos preservar nossa privacidade individual ao máximo. O pior era na hora de ir ao banheiro, pois não só poderíamos ser vistos sentados na privada, mas, o mais desagradável, ser ouvidos na hora de defecar ou de soltarmos os gazes. Tanto eu quanto o Tiago fazíamos o máximo para não sermos ouvidos, embora não fosse fácil. Descobri logo o primeiro dia que da cama era possível ter uma visão total do box e, portanto, de quem estava tomando banho. Conversamos logo nos primeiros dias sobre isso e que teríamos de nos adaptar bem à nova realidade. No início, andávamos de cueca pela casa; banho? sempre de costas para a abertura destina à porta; saíamos do banho enrolados em toalha e colocávamos a cueca ainda com a toalha presa à cintura. Não estávamos acostumados à nudez na frente um do outro. Lembrei-me, então, que quando pequeno, no clube que freqüentávamos, meu pai dizia que homem não precisa ter vergonha de homem; por isso, no vestiário, os homens tomavam banho em chuveiros sem box ou divisões. Comentei isso com meu filho e que seria inevitável, em algum momento, nos vermos nus. Na mesma noite dessa conversa, ainda na primeira semana em que estávamos na nova casa, tomei meu banho sem me preocupar em virar de costas para o espaço de entrada do banheiro. Olhando para meu filho deitado na cama vendo televisão, notei várias vezes que ele olhava para mim e que desviava os olhos quando eu o olhava. Saí do banho, me enxuguei e fui sentar na cama nu, enxugando os cabelos com a toalha. Perguntei a meu filho se ele não iria tomar banho; ele nada disse, apenas levantou-se, tirou a cueca na minha frente e foi para o banho. Pronto! Havíamos superado uma barreira entre nós. Quando ele saiu do banho, eu estava ainda nu recostado à cama vendo televisão e ele veio nu se enxugando; perguntei-lhe se ele não se sentia melhor e mais à vontade conosco assim, nus, sem vergonha. Ele sorriu e disse que era legal sim mas que ainda precisava se acostumar mais. Eu lhe respondi que eu também precisava e que isso se daria com o tempo. Ficamos recostados na cama vendo tevê até dormirmos, sem nos incomodarmos com nossa nudez.
Já havia reparado que meu filho, assim como eu, acordávamos com nossos paus duros, a famosa ereção matinal. Na primeira semana, como dormíamos usando cueca, só dava para ver o pau duro marcando a cueca. Nada comentávamos, para um não constranger o outro. Agora, dormindo nus, era impossível não percebermos nossos paus duríssimos e meio que pulsando a cada manhã. Houve uma manhã em que acordamos virados um para ou outro e nossos paus duros se tocaram. Sem saber o que fazer ou dizer, nos olhamos e começamos a rir. A ereção espontânea, por ser natural nos homens e por sermos apenas nós dois em casa, passou a acontecer sem qualquer inibição de nossa parte. Estávamos experimentando uma liberdade que nunca antes tivemos, o que também estreitava nossa relação de pai e filho. O Tiago me disse, inclusive, que agora estava curtindo muito mais viver naquele “apertamento” do que no antigo, além de haver muito mais tranqüilidade vivendo ali apenas nós dois.
Duas semanas depois, em dois dias seguidos, houve a instalação do telefone com internet banda larga e a tevê por assinatura, transferida do antigo apartamento.
Quando cheguei em casa à noite, no mesmo dia em que instalaram a internet, encontrei meu filho na cama com o notebook nas pernas. Ele tentou disfarçar, mas era evidente sua excitação, devido à seu pau que estava melado. Eu sorri – provavelmente um sorriso que o fez compreender que eu sabia o que ele fazia – e apenas lhe perguntei se a internet estava funcionando legal. Ele disse que sim e eu lhe disse que ele podia ficar à vontade, continuando que estava vendo. Deixei-o na cama com o notebook, tomei um banho e, nu, fui fazer nosso jantar. Olhando o Tiago de vez em quando, percebia-o alisando levemente seu pau, que pulsava de tempos em tempos.
Chegada a tevê por assinatura, de madrugada acordei com insônia. Procurava não me mexer muito para não incomodar o Tiago; mas o sono não vinha e resolvi ligar a tevê. Fui procurando alguma coisa interessante para assistir e nada encontrei. De canal em canal, parei no SexyHot e fiquei assitindo, com o volume quase no mínimo a fim de não acordar o meu filho, mesmo pq nesses filmes não há necessidade muito de som, por inexistirem diálogos inteligíveis, somente gemidos (rsrsrsrsrsrs), que mesmo com o som bem baixo eu podia ouvir. Passei a alisar minha rola endurecida, bem discretamente. Após um bom tempo assistindo às cenas que se sucediam – tempo esse que não sei precisar quanto –, meu filho acordou e viu o que eu estava assistindo. Ergui levemente a perna para que ele não visse meu pau melado e ele sentou-se na cama; num instante seu pau estava duro. Perguntou-me que filme era aquele e eu disse que nem sabia o título, que estava mais interessado nas cenas. Ficamos comentando cada ação, cada chupada de rola pelas mulheres, pelas lambidas nas xanas que os caras davam, as penetrações sempre por paus enormes e o gozo, invariavelmente na cara e boca das mulheres. Perguntei a meu filho se ele já havia feito algo semelhante e ele me disse que não. Aí me perguntou se eu já havia feito. Eu disse que sim. Ele quis saber se a mãe dele fazia tudo aquilo. Fui obrigado  contar-lhe que não. E lhe disse que, na verdade, havia anos que sua mãe não mantinha relações comigo, alegando sempre estar cansada e indisposta. “E como você fazia?!!!”, perguntou-me surpreso o meu filho. Eu dei um sorriso amarelado e lhe disse: “Por que você pensa que eu assinei esses canais de sexo e passava horas na internet?!” Ele então me disse que não sabia como eu aguentara a mãe dele tantos anos, se ele, o filho, não conseguia faze-lo. “Vamos voltar ao filme que é melhor e mais prazeiroso”, disse-lhe eu, rindo. Com naturalidade, peguei no meu pau e comecei a me masturbar, vendo o filme. Meu filho, vendo-me com o pau na mão, começou a bater punheta também. Na cena em que o homem gozou na cara da mulher, o Tiago deu um gemido, que me fez olha-lo, e ejaculou forte na barriga, peito, pescoço e rosto voando dois jatos acima de sua cabeça, que escorreram pelos livros que estavam na cabaceira da cama. “Porra, filho, que esporrada homérica!!!!!”, comentei eu rindo e gozando em seguida sobre meu peito e barriga. Espalhando minha porra pelo meu corpo, relaxei e acabei dormindo. Acordei no dia seguinte com a porra seca em meu corpo. Olhei para meu filho e vi sua porra também seca por todo seu corpo, pescoço e rosto. Ele também devia ter dormido em seguida após o gozo.
Depois dessa noite, acabaram-se várias barreiras entre nós. Sabíamos que ambos curtíamos sacanagem seja na internet, seja na teve. Assim, quando um estava vendo ou tecendo sacanagem na internet, o outro ou ficava vendo junto ou assistia a um filme pornô. Meu filho preferia ver sites com fotos e vídeos pornográficos; eu preferia bate papo sobre sacanagem, às vezes com mulheres, às vezes com homens que curtem falar sobre suas mulheres. Passamos a assistir juntos os filmes do canal adulto, sempre batendo e comentando as cenas, gemendo em algumas muito tesudas. O Tiago, devido aos hormônios e à idade, gozava várias vezes durante o filme, como eu também gozava quando tinha a sua idade. Agora, só consigo uma três vezes, reduzindo a cada uma a quantidade de porra. Ele, porém, mesmo diminuindo a cada esporrada, nas cinco ou seis gozadas ainda soltava jatos fortes e abundantes. As duas primeiras sempre voavam acima de sua cabeça, melando os livros que ficavam atrás de nós. Já havia um rolo de papel toalha por perto para limpar, mas percebi que alguns estavam ficando manchados. Por isso, pedi a ele que ao invés de gozar diretamente para cima de si, desviasse um pouco para na cair nos livros. Na próxima vez em que estávamos nos masturbando, dessa vez vendo juntos um site na internet, ele se excitou tanto com uma foto que não conseguiu controlar o gozo, mas lembrou-se do meu pedido. Desviou um pouco o pau para o meu lado e esporrou. Como eu estava muito próximo a ele, seus jatos atingiram-me cm força parte da barriga, peito, pescoço, cara, cabelos e... boca. Fingi que não havia gostado e cuspi um pouco... ele olhou-me quando terminou de gozar e tirou o maior sarro da minha cara. Rimos muito do acontecido. Mas uma coisa mexeu comigo: o gosto da porra suave e adocicada do Tiago, muito diferente da minha, que eu já havia experimentado algumas vezes. Assim, nas outras vezes, quando ele ia gozar, dizia para mim: “Segura aí, pai!”... e esporrava com vontade em cima de mim. Ambos percebemos, sem nada dizer, que eu estava gostando quando sua porra entrava na minha boca. Eu já não cuspia e a engolia, lambendo os lábios. A cada dia, estávamos mais próximos e mais íntimos. Parecia mesmo que nossa intimidade proporcionada pela quitinete fazia com que o limite de um corpo fosse o corpo do outro.
Certa noite, após meu filho esporrar forte em cima de mim e, como sempre, um pouco de seu leite jovem entrar em minha boca, eu passei o dedo várias vezes pela porra em meu peito e engoli. Vendo isso, meu filho me disse que se eu quisesse mais, ele poderia, na próxima gozada, faze-lo diretamente em minha boca. E de fato assim se deu. Quando ele foi gozar pela segunda vez, ajoelhou-se ao meu lado na cama e direcionou o jato de seu leite para a minha boca aberta, sem, no entanto, toca-la. Engoli tudo muito satisfeito. Na noite seguinte, fez a mesma coisa, mas como ficasse um pouco de porra pendurada em seu pau, com a ponta da língua toquei a cabeça da rola do meu filho recolhendo o que ali estava. Ele comentou, sorrindo: “Guloso! Não quer perder nada!”. Ainda saboreando o néctar dado por meu filho, limitei-me a sorrir. Ele apertou bem o pau e saiu mais um pouco de porra, a qual, aproximando seu pau da minha boca, ofereceu-me. Fiz um biquinho com os lábios e envolvi a ponta da cabeça da rola do meu filho, sugando tudo o que havia dentro. Eu nunca havia tocado antes com a boca o pau de outro cara, apenas a cabeça da minha, quando adolescente, numa muito difícil tentativa de autofelação. Adorei a sensação e pelo gemido que meu filho deu, senti que ele também havia gostado demais. Ainda com a ponta da cabeça do meu filho entre meus lábios, gozei abundantemente em meu peito e barriga. Fui tomar banho em seguida e, para minha satisfação e surpresa, meu filho me seguiu e entrou no box comigo, mantendo sua vara dura o tempo todo. Ele não me disse nada, mas eu pressentia a razão dele vir atrás de mim. Ajoelhei-me à sua frente e abocanhei sua pica enorme, dura e deliciosa e mamei com vontade, a vontade com que eu queria ter sido a vida toda mamado pela minha esposa, sem que ela me satisfizesse. Recostado à parede, naquele cubículo de vidro, chupei o Tiago de forma a faze-lo remexer-se e gemer incontrolavelmente. Mais um jato de sua porra juvenil invadiu minha boca, para meu deleite. Após recuperar a respiração, ele me disse que eu chupava com tanta vontade que ele ficara com vontade de experimentar mamar uma rola também. Recostei-me à parede, segurei meu pau e ofereci-lhe. Ele aceitou o convite na hora e me mamou longamente debaixo do chuveiro. Eu esperara tanto tempo que minha ex-mulher me proporcionasse esse prazer e agora quem o fazia era seu próprio filho. Que ironia do destino. A mãe recusara minha rola, mas meu filho se deliciava com ela. Segurei o gozo várias vezes para aproveitar ao máximo aquele momento, que eu não sabia se seria o único. Quando, enfim, ele me pediu para lhe dar o meu leite, gozei em sua boca com muita vontade. O Tiago não cuspiu nada, engolindo toda minha gala. Levantando-se, abraçou-me dizendo que havia adorado a experiência de mamar uma rola grande e grossa como a minha. O 69 que fizemos durante boa parte da noite confirmou que ambos havíamos descoberto uma nova fonte de prazer e de intimidade entre nós.
Durante os próximos dias nos chupamos muitas e muitas vezes, deleitando-nos com nossas porras quentes. O estranho era que, embora ambos gostássemos de mulher e tivéssemos atitudes viris, a relação homo-incestuosa que vivíamos não nos causava dramas de consciência nem de identidade sexual. Continuamos a ver os filmes heteros com o mesmo prazer, porém agora também procurávamos material homoerótico para descobrir novas formas de prazer, uma vez que havíamos passado dos limites normais de relação entre pai e filho. Numa dessas noites, após gozarmos 2 vezes na boca um do outro, deitamos lado a lado, ele de costas para mim, achegando-se carinhosamente, numa posição que nunca fizéramos. Encostei meu pau em sua bunda e o abracei. Ficamos assim, abraçadinhos, e começamos a conversar sobre o que estava acontecendo entre nós e o prazer que isso nos proporcionava. Lembrei-lhe que a poucas semanas ele ficara muito indignado com o tamanho da quitinete, ao que ele me respondeu que hoje não trocaria nosso cantinho por nada desse mundo, por maior e mais luxuoso que fosse, pois fora aquele “apertamento” (e riu ao dizer essa palavra) que nos unira dessa maneira. Conforme fomos conversando sobre o que fazíamos, o que sentíamos, o sabor do pau e da porra, Tiago começou a esfregar-se com a bunda em meu pau, que correspondeu àquele roçar e voltou a ficar duro. Meu pau começou a babar e melar a bunda do meu filho, que, colocando sua mão para trás, encaixou minha pica na entrada do seu cuzinho. Eu não acreditava que outra coisa que sua mãe sempre me negara ele estava a fim de me proporcionar: sexo anal. Comecei a beijar-lhe, lamber-lhe e mordiscar-lhe o pescoço e as orelhas, fazendo-o gemer e intensificar o movimento de sua bunda em meu pau. Este, babando, foi lubrificando e entrando devagar no cu do meu filho, que me pedia gemendo e arfando que lhe fodesse o cu. Aquelas palavras pornográficas, que ele repetia com certeza de filmes pornôs que havia assistido, me deixaram doido de tesão. Assim que consegui meter toda minha vara no cu do Tiago, virei-o de bruços na caça e soquei repetidamente, fodendo-o por todos os anos que quis foder o cu de sua mãe e ela me recusou. Ele quase gritava de prazer e erguia a bunda carnuda para que eu fosse ainda mais fundo dentro de suas entranhas. Quando gozei, senti que, apesar de haver já gozado duas vezes, o tesão fez com que muita porra jorrasse dentro do cu do meu filho. Tiago gozou nos lençóis, sem por as mãos, apenas roçando seu pau na cama, assim que me ouviu dizer que estava gozando e sentiu meu pau pulsar repetidamente em seu cu, despejando dentro a porra paterna. Sem tirar meu pau de dentro do meu filho, rolamos para o lado, voltando à posição que estávamos antes. Recuperando nossas respirações, voltamos  conversar sobre nós e sobre essa experiência de sexo anal. Eu lhe disse, então, o que vinha pensando a dias: que sua mãe me negara o prazer do sexo anal e oral e, raramente aceitava o vaginal; que eu nunca imaginara na minha vida que quem me proporcionaria o prazer que sempre desejei seria um homem, que esse homem seria meu filho, o filho da mulher que mo negara. Ele me apertou os braços e me puxou mais para perto de si, como a querer dizer-me algo. Depois de muito tempo conversando assim abraçadinhos, com meu pau dentro dele, adormecemos.
Acordei na manhã seguinte na mesma posição da madrugada anterior. Tão juntinhos ficamos que meu pau mesmo mole estava dentro do meu filho. Embora tenha endurecido, não quis foder o cu do Tiago enquanto ele dormia tão profundamente. Tirei meu pau de dentro do cu do meu filho lentamente e levantei-me. Tomei meu banho e me preparei para sair. Achei que o Tiago podia faltar um dia à escola e repousar esse dia, por isso não o acordei. Estava pronto para sair, quando meu filho acordou e me chamou. Sentei-me à beira da cara, a seu lado, acariciando-lhe o jovem e lindo rosto ainda imberbe. Ele me disse que antes de dormir, enquanto eu ressonava já adormecido e abraçado a ele, pensara muito no que eu lhe havia dito sobre a relação frustrada com sua mãe, a qual jamais lhe dera o amor que ele queria e merecia. Erguendo-se um pouco da cama e olhando-me nos olhos, Tiago disse que, embora não fosse minha mulher, desejava me compensar por tudo o que sua mãe me negara. Dizendo isso, colocou seus braços em volta do meu pescoço e aproximou seus lábios dos meus. Um beijo. O primeiro beijo. Sinal de uma intimidade fruto de amor. Um beijo inicialmente suave. Tímido. Que foi se intensificando. Meu braços envolveram meu filho. Nossas bocas se abriram. As línguas se tocaram. Explodimos em amor e desejo. Sentimos ambos que a partir daquele momento éramos totalmente um do outro, para sempre. Arranquei minhas roupas e deitei-me novamente com meu filho, beijando-o voluptuosamente, nossos corpos fundindo-se num só. O mundo parou naquela manhã para ver o nosso amor.

Fotos: Pai e filho 1







segunda-feira, 25 de julho de 2011

Conto: Braço quebrado

Ainda me lembro com saudade, mal acreditando que seja real o que aconteceu comigo, adolescente, quando quebrei o braço na aula de Educação Física. Fiquei com o braço direito imobilizado, sem condições de fazer atividades tão básicas, como cortar alimento e segurar com firmeza o garfo; ou escrever, ou mesmo tomar banho, ainda mais que não podia molhar o gesso colocado.
Minha mãe propôs ajudar-me no banho, como fizera quando eu tinha 8 anos, ao quebrar o pé. Mas adolescente, não concebia que a minha mãe me visse nu. A solução foi aceitar a ajuda de um vizinho, enfermeiro, que todo final de tarde vinha banhar-me. Aconteceu, porém, de uma tarde ele não poder banhar-me, pois tinha de fazer plantão, cobrindo a escala de um colega que faltara. Esse dia estava particularmente quente e eu suara o dia todo. Assim, ao final do dia, minha maior vontade era um delicioso banho frio, refrescante.
Quando meu pai chegou do trabalho, já quase 8 horas da noite, minha mãe lhe disse o que acontecera. Assim, papai disse que daria banho em mim antes de irmos dormir, pois naquele momento estava com fome e todos iríamos jantar. Teríamos, pois, de esperar fazer a digestão para só depois tomar banho.
Já quase 10 da noite, minha mãe foi deitar e meu pai foi comigo ao banheiro para me dar banho para também nós deitarmos para dormir. Um pouco constrangido, papai tirou a minha roupa e, em seguida a sua. Ficamos completamente nus. Ele envolveu o meu braço engessado com um saco plástico, impedindo assim que a água pudesse molhar e amolecer o gesso. Entramos no box e papai ligou o chuveiro, colocando-me debaixo d’água, deixando que a água molhasse todo o meu corpo. Em seguida, entrou ele debaixo do chuveiro. Primeiramente lavou meu cabelo com xampu e também o seu. Em seguida, pegou o sabonete e começou a passar em meu peito, braços, ombro e barriga. Depois virou-me e ensaboou minhas costas. Virando-me novamente para ele, pediu-me que apoiasse o braço bom no box para manter o equilíbrio e levantasse uma perna por vez para que ele pudesse ensaboá-las. Depois de lavar-me quase totalmente, disse-me: “Agora, precisamos lavar as partes íntimas”. Dizendo isso, passou enfiou a mão com o sabonete entre as minhas pernas e esfregou. Subiu para o saco e, cuidadosamente, o lavou. Pegou então em meu pênis e começou a ensaboá-lo suavemente; puxou a pele do prepúcio e com a ponta dos dedos, começou a lavar delicadamente a minha glande. E aconteceu o inevitável: aquele toque macio em meu pau fez com que ele começasse a crescer na mão de papai. Ele olhou-me e começou a rir, dizendo: “Adolescente é fogo... é só tocar que fica de pau duro”. Sorri encabulado. Meu pau endureceu totalmente e papai continuou a alisá-lo, ensaboando-o bem. Aquele toque, aquele movimento de sua mão em meu pau duro lembrou-me uma punheta. Cheguei a fechar os olhos de prazer. Ele percebeu e zoou comigo, chamando-me de sacana.
Virou-me de costas para ele e começou a lavar minha bunda. Quando chegou na entrada do meu cu, esfregou bem o orifício. O sabão fez com que seu dedo entrasse um pouco em meu cu. Ele continuou a esfregar, pondo e tirando rapidamente a ponta do dedo médio do meu cu, deixando-me ainda mais excitado. Irrefletidamente, abri um pouco a bunda e a aqueei, soltando um gemido de prazer. Papai parou de mexer em meu cu e perguntou-me se aquilo me excitava. Não tive coragem de responder-lhe. Após alguns instantes, ele voltou a mexer em meu cu, enfiando agora totalmente o dedo, fazendo o movimento de vai e vem. Puxou-me um pouco para si, colocando a cabeça em meu ombro. Continuou a me bulinar o cu e, com a outra mão, pegou em minha rola dura e passou a me masturbar. Com a boca ao lado do meu ouvido, perguntou-me sussurando se estava gostando. Movi a cabeça afirmativamente. Em seguida, papai perguntou-me: “Já deu seu cuzinho antes?” Mais uma vez afirmei com a cabeça. “Para quem?, quis saber. Disse-lhe então que havia transado com um amigo meu da escola, que ele bem conhecia, um jovem negro por quem meus pais tinham grande simpatia e admiração. “E o pau dele, era grande?”. “Enorme”, respondi. “E você conseguiu dar seu cu pra ele sem problema?”, perguntou-me arfante. “Sim, várias vezes...” “Gosta de ser fodido por um pau grande?”. A esta pergunta de papai, nada respondi. Apenas coloquei minha mão para trás e encontrei sua rola enorme, completamente dura. Segurei aquela carne maravilhosa e endurecida em minha mão, sentido sua firmeza e seu calor. Ela parecia pulsar. E estava completamente melada.
Papai tirou o dedo do meu cu e curvou-me levemente para frente. Senti a ponta de sua rola enorme e dura encostar em meu cu. Em seguida, pude senti-la entrando vagarosamente em mim. Papai foi enfiando seu caralho em meu cu aos poucos, em movimentos cada vez mais intensos e profundo de vai e vem. Finalmente, enfiou tudo. Ao fazê-lo, abraçou-me com força e pude sentir sua respiração em meu pescoço. Estava fazendo um esforço para não gozar naquele momento. Quando conseguiu se controlar, perguntou-me se estava doendo. Ao responder-lhe que não, quis saber se estava gostoso ter seu pau em meu cu. “Delicioso, papai”. “Que tesão!”, disse ele e começou a bombar o pau no meu cu, ao mesmo tempo em que me masturbava com as duas mãos. Aquele foda inimaginável, aquela punheta batida pelo meu pai deu-me tanto prazer que jorrei rios de porra no vidro do box. Ao sentir nas mãos meu pau pulsar no gozo e a contração de meu cu em seu pau, papai intensificou as arremetidas dentro de mim e encheu-me com sua gala. Ainda com o pau dentro de mim, recostou-se na parede do banheiro e começou a deslizar para o chão. Eu fui acompanhando seu movimento, sem deixar sua rola sair de dentro de mim. Acabamos sentados, eu sobre suas pernas com sua rola ainda em meu cu. Ficamos ali longos minutos, sem nada dizer.
Finalmente papai fez sinal para que eu levantasse. Conforme ia-me erguendo, pude sentir seu pau já não tão duro, sair de mim. Assim que saiu tudo, papai fez um som com a boca, expressando seu prazer. Estando ambos em pé, papai lavou-me novamente o pau e a bunda, terminando por banhar-se também. Ao terminar de me enxugar e vestir, deu-me um beijo no rosto e disse-me: “Filho, o que fizemos hoje foi muito gostoso, mas fruto de um momento de tesão. Jamais vou esquecer esta noite, mas acho que não devíamos repetir isso, por mais prazeroso que tenha sido...e foi mesmo! Se você é gay, seja feliz com algum namorado seu. Está bem? E este será nosso segredo, que levaremos conosco para o túmulo, está bem?!” Retribui o beijo em seu rosto e só disse: “Está bem”.
E realmente nunca mais fizemos aquilo, embora eu tenha sonhado muitas vezes em repetir aquilo. Isso aconteceu há quase 30 anos. Papai levou consigo nosso segredo para o túmulo, já faz 4 anos. Eu mantive um relacionamento com meu amigo negro até terminarmos o colégio. Depois, um ou outro relacionamento na faculdade. Mas acabei casando com uma colega de curso e tivemos um filho, hoje com 17 anos. Ontem ele estava andando de bicicleta, caiu e quebrou o braço. Minha esposa pediu-me hoje que o ajudasse com o banho. Disse-lhe que o faria. Na hora, toda a lembrança daquele banho com papai veio-me à mente. Daqui a pouco, darei banho em meu filho. Não sei o que acontecerá, mas vou repetir com ele todo o rito de banho que meu pai realizou comigo. Se a limpeza de seu pau e cu o excitar, quem sabe podemos iniciar uma tradição familiar?!

Conto: Assistindo um filme com papai

Eu estava pela primeira vez vendo um filme pornô junto com um vizinho meu. Ele que havia trazido. Estávamos nus no meu quarto, batendo punheta, cada um num canto.Em casa, meu pai não deixa chave nas portas, assim, só dá para encostar. Como de tarde não tem ninguém em casa, já que meus pais trabalham fora, ficamos lá tranqüilos.Porém, justamente nesse dia, meu pai veio cedo para casa. Despreocupado, nem o ouvi entrar. Quando menos a gente esperava, ele abriu a porta do quarto. Foi o maior susto! Meu vizinho e eu cobrimos nossos paus com as mãos e ficamos morrendo de medo e de vergonha. Meu pai demorou um pouco a entender o que realmente estava acontecendo. Depois que ele viu que era um file de sexo hetero e que cada um estava num canto, ele ficou calmo. Até conversou com a gente que aquilo que estávamos fazendo era normal na nossa idade e que ele fazia a mesma coisa com alguns amigos dele quando tinha a nossa idade, mas era com revista, pois ainda não havia vídeo nem DVD. No fim, ele saiu e disse para continuarmos a nos divertir com o filme... e brincou que qualquer dia ele ia participar com a gente, lembrando o seu tempo de jovem. Acabamos rindo de tudo e voltamos a ver o filme, agora calmos, porque meu pai sabia e tinha deixado.Cerca de duas semanas depois, eu estava saindo da escola e meu pai estava na porta, esperando-me no carro. Fui em sua direção e ele perguntou pelo meu amigo, que logo apareceu. Meu pai o chamou e disse que tinha uma surpresa para nós. Entramos no carro e fomos para casa. A surpresa era um filme pornô que ele havia comprado para nós e que o dono da loja dissera ser um dos melhores. Fomos para o meu quarto e colocamos o filme.Meu pai foi logo tirando a roupa e ficou só de cueca, dizendo para nós ficarmos à vontade, até pelados se quiséssemos, como estávamos naquele dia em que ele nos surpreendeu. Meio sem graça, meu amigo e eu ficamos de cueca também. Começou o filme e era muito bom mesmo. Na hora da transa, meu pai começou a alisar seu pau por cima da cueca. Dava pra ver que estava super duro. Com o rabo do olho, eu olhava para o pau dele, curioso, porque nunca tinha visto meu pai excitado. Meu colega também, a todo instante, olhava disfarçadamente para a rola de meu pai.Quando a mulher no filme começou a chupar a pica do cara, meu pai ficou doido e falava, arfando, que aquilo era uma delícia, que nada como uma boca quentinha chupando a rola dele... e ficou com tanto tesão que tirou a cueca e ficou batendo punheta na nossa frente.Comparado aos nossos paus adolescentes, o pau de papai era imenso. Não dava para não olhar. Nunca eu ou meu amigo havíamos visto um pau de adulto ao vivo, ainda mais grande e duro daquele jeito. Meu colega tirou a cueca e começou a bater punheta com vontade; e eu acabei fazendo a mesma coisa. E a gente olhando ora para o filme e ora para o pau do meu pai. Ele percebeu nossas olhadas e perguntou-nos porque olhávamos tanto. Ficamos sem garça, mas meu amigo respondeu que era curiosidade... a primeira vez que víamos um pau daqueles. Pela voz, dava para perceber que meu pai estava super-excitado. Aí ele perguntou se meu amigo não queria ver o pau dele de perto, para matar logo a curiosidade. No filme, a mulher continuava a chupar a rola do cara com vontade e meu pai gemia, dizendo: “Chupa, filha da puta, mostra que você gosta da fruta”.Acho que foi a tesão do momento, porque meu amigo, que sempre gostou de garotas, chegou perto do meu pai e ficou olhando para o seu pau, enquanto se punhetava com vontade. “pod pegar nele se quiser”, disse meu pai a ele, e olhando para mim, disse: “Pode chegar mais perto para ver, se você está curioso. Aproveita a chance”. Meu colega pegou no pau do meu pai e ficou mexendo nele, dizendo: “Nossa, que grande! Como é duro!” Fiquei olhando aquela cena e batendo punheta ao lado deles. “Pega também!”, disse-me meu amigo. E meu pai falou: “Se quiser, pode segurar também”. Não resisti à tesão e peguei no pau do meu pai. Realmente era muito grande, cheio de veias e estava superduro. Parecia de pedra. Meu pai, sentindo nossas mãos na sua rola e vendo o filme com a mulher chupando o cara, falou para o meu colega: “Você não quer sentir o sabor do meu pau?” Meu amigo nem respondeu. “Vai, aproveita a chance. Põe ele na boca um pouquinho. Ninguém vai ficar sabendo”. Louco de tesão, sem raciocinar que aquele era meu pai e que a gente gostava de garotas, eu fiz sinal ao meu amigo , que olhava para mim, para que colocasse a rola do meu pai na boca. Foi a deixa que ele precisava. Abaixou a cabeça em direção à pica do meu pai e abocanhou com vontade. Meu pai quase urrou de tesão... Meu amigo chupava como se não fosse a primeira vez, ma era.“É gostoso?”, perguntei eu, arfando e cheio de curiosidade e desejo. Meu amigo falou: “Chupa também. É uma delícia!”. Olhei para o meu pai e ele, alucinado pelo tesão, colocou a mão atrás da minha cabeça e a puxou em direção ao seu pau. Comecei a chupar a pica do meu pai... Que delícia! Nunca havia sentido tanto prazer! Eu segurei o pau dele com a mão e comecei a subir e a descer a minha boca naquele nervo enorme e duro. Meu pai gemia e mandava-me chupar mais e mais.Meu pai falou que nunca uma mulher o havia chupado tão gostoso como nós. Meu amigo pediu para chupar mais um pouco. E fomos revezando a chupada naquela tora de carne, ora um chupando a rola e o outro as bocas, ora trocando de posição. A respiração do meu pai foi ficando mais forte e rápida, e ele pedindo: “Chupa... chupa... chupa mais... tesão...”. Até que esporrou na nossa cara e na nossa boca com tanta força que voou esperma alto, caindo em nosso cabelo e até em nossas costas. Quando ele acabou de gozar, mandou que nós gozássemos também, enquanto ele se refazia, largado em minha cama. Sem pensarmos muito, eu e meu amigo rolamos para o chão e fizemos um 69 delicioso, que acabou em porra de um na boca do outro. Caímos um para cada lado e ficamos assim um bom tempo, recuperando a respiração e sem saber muito bem o que fazer. Aquilo parecia loucura! Mas só percebíamos essa loucura agora que o tesão tinha passado. Chupar o próprio pai...! Chupar o amigo...! Gozar na boca e beber porra...!Meu pai levantou-se, já recuperado, mas ainda de pau duro, e nos chamou: “Vamos tomar banho para limpar toda essa porra”. Levantamos e fomos atrás dele. Era a primeira vez em muitos anos que eu tomava banho com meu pai. Só fazíamos isso quando eu era bem pequeno. Meu pai começou a se ensaboar; em seguida, colocou meu amigo debaixo do chuveiro e ensaboou seu corpo, tirando toda a porra, lavando-lhe bem o pau. Fez o mesmo comigo, passando a mão em todas as partes do meu corpo. O pau de papai continuava duro e os nossos haviam endurecido também. Aí papai falou: “Vocês estão com uns corpinhos deliciosos... Olha só essas bundinhas...!” E começou a passar a mão na bunda do meu amigo. “Vê se você gosta disso tanto quanto de chupar uma rola”. Dizendo isso, meu pai começou a esfregar seu pau na bunda do meu vizinho, bem no reguinho dele. Meu amigo começou a gemer e abriu as pernas. “Safado!... Você está querendo é levar pau no cu”. E papai foi esfregando seu pau no cu do meu colega, mais e mais. Eu olhava aquilo e batia punheta, percebendo que logo meu pai ia foder o cu do meu amigo. Papai passou um pouco de condicionador de cabelo no cu do meu amigo e começou a enfiar o dedo, pondo e tirando. Meu amigo encostou-se na parede do box do chuveiro e levantou um pouco mais a bunda, deixando-a bem aberta. “Isso, viadinho, mostra seu cuzinho pro papai aqui!” Meu pai segurou a rola na mão e apontou para o cu do meu amigo; foi enfiando devagar, pondo e tirando para que o cu pudesse se acostumar. Eu me abaixei e fiquei olhando de perto o pau do meu pai comer o cu virgem do meu melhor amigo. Não sei qual de nós três gemíamos mais de tesão. Quando o pau de meu pai entrou tudo, ele segurou meu amigo pela cintura e foi metendo gostoso. Ajoelhado ali do lado, eu via aquela vara de carne sair toda de dentro e entrar de uma vez só... repetidamente.Meu pau estava duro e todo babado. Eu queira experimentar aquilo também. Criei coragem, fui atrás do meu pai e enfiei a língua em seu cu, igual eu tinha visto num filme. Ele, ao sentir minha língua em seu cu, urrou de prazer e mandou-me continuar. Depois de chupar o cu do meu pai e enfiar a língua dentro, peguei um pouco do condicionador de cabelo e passei em seu cu. Levantei, encaixei meu pau lambuzado na entrada dele e meti de uma vez só. Papai gritou de prazer e começou a se mexer mais rápido ainda, fodendo o cu do meu amigo. Não agüentei muito tempo e gozei dentro do cu de papai. Senti que saiu muita porra do meu pau. Meu pai continuou gemendo e falando muita sacanagem para nós. Bati uma punheta para ele e o fiz gozar logo em seguida.Terminamos o nosso banho e fomos nos vestir. O engraçado é que, depois que passou tudo isso e estávamos sentados na sala, pintou um clima estranho, meio constrangido. Não tínhamos assunto. Meu amigo levantou-se e foi embora; e eu voltei para a sala, para ver televisão. Apesar de ter adorado a nossa transa, nunca comentamos o assunto entre nós, nem transamos mais. Foi coisa de momento... mas deixou saudade em mim. Assim, de vez em quando, pego-me masturbando-me, lembrando de tudo. Será que eles também?